sexta-feira, 24 de maio de 2013

A biografia do Senhor da Fantasia

EDITORA DARKSIDE® PUBLICA EM MAIO LIVRO SOBRE A VIDA E A OBRA DE UM DOS MAIORES ESCRITORES DO SÉCULO XX

EDIÇÃO SAIRÁ APENAS EM CAPA DURA, PELO VALOR DE BROCHURA

Tolkien
“J.R.R. Tolkien, o Senhor da Fantasia” reconstitui a vida de Tolkien, autor de clássicos como a trilogia “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”, e considerado um dos maiores autores de fantasia de todos os tempos. A biografia acompanha a trajetória do escritor desde a infância difícil na África do Sul e do retorno da família para a Inglaterra. Os Tolkien estabeleceram-se em Birmingham, cidade que passava por uma rápida industrialização nos anos 1890, mas ainda era cercada por uma paisagem de tirar o fôlego. Este cenário que reunia e mesclava o coração industrial do Império britânico próximo a bosques e montanhas idílicas e selvagens foi determinante para as ideias e a escrita de Tolkien.

Conhecida pelas edições caprichadas, em versões brochura (classic editions) e capa dura (limited editions), a DarkSide, optou, no caso de “J.R.R. Tolkien, o Senhor da Fantasia”, apenas pelo lançamento do modelo mais luxuoso – porém pelo preço mais baixo. “Fizemos essa opção em homenagem ao grande mestre da fantasia, para que o máximo de leitores conheçam sua vida”, justifica Christiano Menezes, diretor editorial da DarkSide.

Já é clássico o momento inspirador quando Tolkien, então professor em Oxford,  corrigia os exames da turma e, ao se deparar com uma página em branco deixada por um aluno no caderno de exercícios, escreveu de repente: “Em uma toca no chão vivia um Hobbit”. Bem à sua maneira, ele ficou intrigado com aquilo e decidiu descobrir mais a respeito dos hobbits. Escrito para os seus filhos, “O Hobbit” tornou-se um sucesso imediato quando foi publicado em 1937. Vendeu milhões de exemplares mundo afora desde então e estabeleceu-se como “um dos livros mais influentes de nossa geração”.

Influência e paixão que só aumentaram com as adaptações para o cinema da trilogia de “O Senhor dos Anéis”, por Peter Jackson, e que voltam a atrair a atenção de todos novamente com o começo da nova trilogia de “O Hobbit”.
O resto, bem, o resto é história, que você conhece em “J.R.R. Tolkien, o Senhor da Fantasia”, escrita pelo jornalista Michael White.



Esta biografia apresenta Tolkien como alguém rápido e vivaz, amante do riso e preocupado com as menores e mais insignificantes fraquezas humanas... Uma biografia cativante.”
– The Independent –

Tolkien é meu mestre
- George R. R. Martin -


Sobre o autor

Michael White é autor de 20 livros e ex-editor de ciência da revista britânica GQ e colunista do Sunday Express em Londres. Integrou a banda pop Thompson Twins e foi Diretor de Estudos no d’Overbroeck ’s College, em Oxford, antes de se tornar escritor em tempo integral a partir de 1991. Seus livros incluem “Rivalidades Produtivas: Disputas e Brigas que Impulsionaram a Ciência e Tecnologia” (Record, 2003), a premiada biografia “Isaac Newton: Último Feiticeiro” (Record, 2000) e os best-sellers internacionais “Stephen Hawking: Uma Vida para a Ciência” (Record, 2005) e “Leonardo: O Primeiro Cientista” (Record, 2000), além de biografias sobre CS Lewis, Maquiavel, Galileu e Giordano Bruno.

Saiba mais sobre o autor em seu site: www.michaelwhite.com.au.

Editora DarkSide®

O horror, a fantasia, o suspense, o mágico. A Editora Darkside® reúne o que há de mais interessante e instigante no universo sombrio da literatura, de ontem e de hoje.

A cada página de um livro, a cada fase de um jogo, a cada calafrio, estaremos apostando sempre no escuro, no mágico, no inusitado, no novo. Go play!



Ficha Técnica
Título |J.R.R. Tolkien, o Senhor da Fantasia
Autor |Michael White
Tradutor |Bruno Dorigatti
Editora | DarkSide®
Edição |1
Idioma |Português
Especificações | Capa Dura | 280 páginas
ISBN | 978-8-56663-606-2
Dimensões |160mm x 230mm
Preço sugerido | R$ 44,90
Lançamento em maio de 2013

Mais informações
vc@darksidebooks.com - www.darksidebooks.com

quinta-feira, 23 de maio de 2013

ESTRELA RADIANTE - SciFi nacional no cinema

Sinopse: Um homem do campo tem sua vida transformada de uma forma assustadora após ver uma estrela cair do céu. Perdido, ele conta com a ajuda de um único amigo para achar uma solução para sua terrível condição.
 
Comentários da Diretora
86 foi o ano que nasci, e tive a alegria de passar os anos 90 vendo o que era feito na década anterior, logo a prateleira da locadora era locar os mesmos filmes de sempre e eu sempre estava na região de terror/suspense. Lembro que haviam muitos filmes de Ficção científica misturando com Terror nesta época como Re-Animator, The Fly  por exemplo,  e eu achava incrível tudo que pudesse surgir do espaço!  filmes como Night of the Creeps, Killer Klowns from Outer Space...tenho paixão por cinema fantástico  e queria experimentar a Ficção Científica que é muito pouco explorada aqui no Brasil com Terror;  meu trabalho mais recente é este, o  "Estrela Radiante" o desejo era fazer um filme que me desse nostalgia dos queridos filmes dos anos 80 que marcaram minha infância até com um pouco de inocência  do "Creepshow - The Lonesome Death of Jordy Verrill", de uma forma “abrasileirada”.... uma homenagem, e eu nem diria de prontidão a Lovecraft -  "The Color out of Space",  mas sim a Stephen King e suas diversificações de temas, suas misturas,  pelas suas     " conversas de varandas  de cidadezinhas de interior" em diversos livros como " I Am the Doorway" e também filmes como "I Walked With a Zombie" com o inesquecível personagem o "Carrefour",  ia fazer um curta metragem a nosso critério, independente, com pouquíssimos recursos, orçamento no chão  e tentar fazer disso um  "production value" tivemos diversas dificuldades em produzir e eu diria com  muito humor negro que "nada  caiu do céu"  foram quase 2 anos de trabalho . Dia 26 de abril de 2011 fomos então para a cidade Ibiúna no interior gravar,  mesmo dia em que completava 25 anos do desastre radioativo, o Chernobyl aqui no Brasil tivemos o Césio 137 que virou filme aliás. E somente agora em 2013 que consegui finalizar finalmente e tem sido um assunto muito corriqueiro, as pessoas pararam de centralizar suas atenções na terra e olharam para o céu, em março de 2013 um asteróide do tamanho de um quarteirão muito maior que o da Rússia passou pela terra e eu acredito que filmes com esses temas surgirão com maior frequência daqui pra frente, e quando a ciência não consegue comprovar a religião tenta tapar os buracos e sempre andaram de mãos dadas, o discurso "Fides et Ratio", ver para crer ou crer para ver? “ Estrela Radiante” não deixa de ser um passeio divertido e sem pretensões sobre esses assuntos que são no mínimo: muito interessantes!
Fabiana Servilha Abril 2013.
 news? sim...
 
Agradeço a todas pessoas que foram na pré estréia do Estrela Radiante no Itaú Cultural em São Paulo a Paulo Oliveira, Thogun Teixeira, Kelly Lima e Daniel Torres (também havia um japonês louco com a roupa radioativa do filme pelo cinema e fazendo entrevistas com o público) foi a inauguração da Hells Bells Filmes com parceria do produtor  Márcio Paes com sua produtora Subnatural Filmes do Rio de Janeiro, lotamos a grande sala 3 e muitas pessoas não conseguiram assistir ao filme, estava lotado e a demora foi grande (e expectativa), mas oportunidades não faltarão...  Tivemos também exibição este mês no MIS pela Academia Internacional de Cinema e ótima banca na AIC!   o Vontade esteve e continua viajando lá com a Mostra do Filme Livre pelos CCBBs rio, sp, brasília, agora estamos mais um ano no Festival Art Deco com o Estrela em exibições simultâneas nas cidades de São Paulo (sp) Florianópolis (sc) Belém (pa) e Brasília, preparando as malas a Porto Alegre  munidos de "Estrela Radiante" em 6 idiomas!   -耀く星  (risos) muito trabalho e novidades a caminho! 
 
Link e notícias na Hells Bells Filmes http://www.facebook.com/HellsBellsFilmes?fref=ts
 
soundtrack com o cantor Márcio Dedéu http://www.youtube.com/watch?v=GYMVNkMY304

‘Somos tão Jovens’ é a maior fan page de um filme nacional na história do Facebook


LONGA ESTREIA NESTA SEXTA, DIA 3, E REÚNE MAIS DE 235 MIL CURTIDORES NA REDE SOCIAL

“Somos tão Jovens” – cinebiografia de Renato Russo dirigida por Antonio Carlos da Fontoura e estrelada por Thiago Mendonça – é o filme nacional com o maior número de fãs na história do Facebook. O longa, que estreou na sexta feira, dia 3, já reuniu mais de 493 mil curtidores e tem mais de 60% de engajamento entre os fãs. Outros longas-metragens de maior sucesso nesta rede social até agora foram “Os Penetras”, com 191 mil fãs; e “E Aí, Comeu?”, com 134 mil; seguido de perto por “Totalmente Inocentes”, com 131 mil fãs.

Entre as ações de maior engajamento da página está o álbum Uma Legião de Fãs com fotos dos fãs do filme quando jovens. São mais de 350 fotos enviadas até agora, das quais 200 já foram postadas na página do filme. O álbum Memorabilia vem reunindo ingressos de shows e autógrafos da Legião Urbana ou de Renato Russo enviados pelos fãs. E ainda há o aplicativo InstaJovem, que coloca um filtro especial numa foto enviada através da página e que pode ser compartilhada no perfil do usuário no Facebook. A fan page também tem alcançado sucesso com memes com versos de músicas da Legião Urbana. Além do Facebook, o filme também está presente no Youtube, Twitter, Google + e Instagram. A campanha foi desenvolvida pela Agência Febre para a Imagem e a Fox.


Sinopse
O jovem Renato Russo não tem tempo a perder: sonha ser um astro do rock. Mas ainda é cedo. Ele precisa estudar, dar aulas de inglês, tranquilizar os pais, curtir a turma, curar dores de amor e, principalmente, arrumar quem toque na sua banda. Do Aborto Elétrico à Legião Urbana, “Somos Tão Jovens” apresenta os primeiros acordes do mito Renato Russo e da turma do Rock Brasília, criadores de sucessos como “Que País é Este”, “Geração Coca-Cola”, “Eduardo e Mônica” e muitas outras músicas que marcam e transformam fãs geração após geração.

Sobre a Imagem Filmes
A Imagem Filmes é uma distribuidora nacional de filmes independentes comprometida, acima de tudo, com a qualidade e variedade de produções. Atuando nos segmentos de cinema, vídeo e televisão a Imagem Filmes irá distribuir em 2013 grandes produções nacionais, dentre elas: “Vai Que Dá Certo”, “Somos Tão Jovens”, “Flores Raras”, “Mato Sem Cachorro”, “Casa da Mãe Joana 2”, “O Vendedor de Passados” e "Julio Sumiu" além das produções internacionais “A Hospedeira” (The Host), Diana, Sin City 2, Blue Jasmine, Riddick e Tarzan 3D.

Sobre a Fox Film do Brasil
Presente no mercado nacional desde 1920, a Fox Film do Brasil é uma das empresas com maior contribuição à indústria do entretenimento no país, atuando com destaque e garantindo a seus filmes amplo e diferenciado apoio de divulgação. Dentre os grandes sucessos distribuídos pela Fox, encontram-se: “Independence Day”, “Titanic”, “Ou Tudo ou Nada”, “Meninos Não Choram”, “X-Men”, “Planeta dos Macacos”, “A Paixão de Cristo”, “A Era do Gelo”, além dos recentes sucessos, “Avatar”, “Rio” e “As Aventuras de Pi”. Várias produções nacionais também distribuídas pela Fox têm obtido grande sucesso, como “Xuxa Requebra”, “Sexo, Amor e Traição”, “Lisbela e o Prisioneiro”, “Ensaio Sobre a Cegueira”, “Se Eu Fosse Você 2” e “Nosso Lar”.

Sobre a Canto Claro
Dirigida por Antonio Carlos da Fontoura e Letícia Fontoura, CANTO Claro Produções Artísticas é produtora de oito longas e 12 curtas metragens. Dentre suas produções se destacam os cults “Copacabana me Engana” e “A Rainha Diaba”, o controverso “Espelho de Carne” e o pop “Gatão de Meia Idade”, além de sua produção em lançamento, “Somos tão Jovens”. Atualmente inicia a pré-produção do longa-metragem “A Vida Inteligente das Celulites”, uma comédia fora da caixa, vivida pela heroína mais descolada do país, a Radical Chic.
Sobre a RioFilme
A RioFilme é uma empresa da Prefeitura do Rio de Janeiro vinculada à Secretaria Municipal de Cultura e atua nas áreas de distribuição, apoio à expansão do mercado exibidor, estímulo à formação de público e fomento à produção audiovisual, visando o efetivo desenvolvimento da indústria audiovisual carioca. Fundada em 1992, a RioFilme desempenhou papel fundamental na revitalização do cinema brasileiro, tendo lançado mais de 200 filmes nacionais como Baile Perfumado (Paulo Caldas e Lirio Ferreira), Central do Brasil (Walter Salles), Lavoura Arcaica (Luiz Fernando Carvalho), Terra Estrangeira (Walter Salles e Daniela Thomas, distribuição em vídeo), Amarelo Manga (Claudio Assis), entre outros. Em 2009, a RioFilme passou a atuar como uma agência de desenvolvimento, voltada para o mercado carioca e para o investimento em projetos capazes de combinar valor comercial e artístico.
“Somos tão Jovens”
Distribuição: Imagem Filmes e Fox Film do Brasil
Coprodução: Imagem Filmes, Fox Film do Brasil e Riofilme
Direção: Antonio Carlos da Fontoura
Roteiro: Marcos Bernstein
Produção: Letícia Fontoura e Antonio Fontoura
Produção Executiva: Marcelo Torres
Direção Musical: Carlos Trilha
Direção de Fotografia: Alexandre Ermel
Direção de Arte: Waldy Lopes Jn
Produtor Associado: Luiz Fernando Borges
Direção de Produção: Daniel Fontoura e Clara Machado
Som direto: Leandro Lima
Figurino: Verônica Julian
Caracterização: Rosemary Paiva
Montagem: Dirceu Lustosa

Cinesul 2013 divulga selecionados para mostras competitivas: 23 brasileiros e 48 internacionais

MAIS DE 920 PRODUÇÕES SE INSCREVERAM PARA CONCORRER NO FESTIVAL, ENTRE LONGAS E CURTAS DE FICÇÃO E DOCUMENTÁRIO
Dentre os 929 filmes inscritos para a Mostra Competitiva da 20ª edição do Cinesul - Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo –, 71 produções foram selecionadas para participar, divididas em longas e curtas, de ficção e documentário. Dos escolhidos, 23 filmes são brasileiros, 14 espanhóis e 12 mexicanos. Os demais são da Argentina (quatro), de Cuba (quatro), do Chile (dois), da Colômbia (dois), da Venezuela (dois), do Peru (dois), de Portugal (um), da Bolívia (um) e as coproduções Equador-Argentina–Alemanha, Brasil–EUA, Brasil-Espanha e Espanha-Equador.

São 16 longas: entre os documentários estão “Calafate, Zoológicos Humanos”, de Hans Mülchi Bremer (Chile), “Gimme the Power”, Olallo Rubio (México), “Mi Amiga Bety”, de Diana Garay (México), “Moreno”, de Virna Molina e Ernesto Ardito (Argentina), “Blackie: una vida en blanco y negro”, de Alberto Ponce (Argentina), “Mataram meu irmão”, de Cristiano Burlan (Brasil), “Retrato Peruano del Perú”, de Carlos Sanchez e Sofia Velázquez  (Peru) e “Belo Monte, Anúncio de uma Guerra”, de  André D' Elia (Brasil)Os longas de ficção são “Rodante”, de Ariel Soto (Bolívia), “Brecha en el Silencio”, de Luis e Andrés Rodríguez (Venezuela), “La Cebra”, de J. Fernando León R. (México), “El Sexo De Las Madres”, de Alejandra Marino (Argentina), “A Coleção Invisível”, de Bernard Attal (Brasil), “La llamada”, de David Nieto Wenzell (Equador - Argentina – Alemanha), “Florbela”, de Vicente Alves (Portugal), “La pasión de Michelangelo”, de Esteban Larrain (Chile). Entre os médias e curtas, de ficção e doc, são 55 filmes de diversos países (Argentina, Brasil, Cuba, Espanha, México, Peru, Venezuela, Colômbia e Cuba) e as coproduções Brasil-EUA, Brasil-Espanha e Espanha-Equador, sendo a maioria produções brasileiras, 20.

Se inscreveram para essa edição do festival 97 longas de ficção, 126 longas de documentário, 469 curtas de ficção e 237 curtas de documentário, sendo 398 do Brasil,166 da Espanha e 93 da Argentina. Os premiados serão escolhidos através de voto popular e de júri oficial. Os selecionados para as mostras temáticas serão divulgados no dia 14 de maio, através do www.festivalcinesul.blogspot.com.

Vitrine para a produção cinematográfica dos países de língua portuguesa e espanhola, o festival acontece no Rio de Janeiro, de 4 a 16 de junho. O Cinesul terá exibições no Centro Cultural do Banco do Brasil, Cinemateca do MAM.. Mais informações em www.cinesul.com.br.

Os filmes selecionados para a mostra competitiva do Cinesul 2013:Documentários longa-metragem:

LONGA DOCUMENTÁRIO
Calafate, Zoológicos Humanos, de Hans Mülchi Bremer (Chile)
Gimme the power, de Olallo Rubio (México)
Mi Amiga Bety, de Diana Garay (México)
Moreno, de Virna Molina y Ernesto Ardito (Argentina)
Blackie: una vida en blanco y negro, de  Alberto Ponce (Argentina)
Mataram meu irmão, de Cristiano Burlan (Brasil)
Retrato Peruano del Perú, de Carlos Sanchez e Sofia Velázquez (Peru)
Belo Monte, Anúncio de uma Guerra, de André D' Elia (Brasil)


LONGA FICÇÃO
Rodante, de Ariel Soto (Bolívia)
Brecha en el Silencio, de Luis y Andrés Rodríguez (Venezuela)
La Cebra, de J. Fernando León R. (México)
El Sexo de las Madres, de Alejandra Marino (Argentina)
A Coleção Invisível, de Bernard Attal (Brasil)
La llamada, de David Nieto Wenzell (Equador/Argentina/Alemanha)
Florbela, de Vicente Alves do à (Portugal)
La pasión de Michelangelo, de Esteban Larrain (Chile)

CURTA FICÇÃO
Nubes, de Manuel Abramovich (Argentina)
Linear, de Amir Admoni (Brasil)
A Dama do Estácio, de Eduardo Ades (Brasil)
O Pesar da Dúvida, de Rafael Nani (Brasil)
A Mão que Afaga, de Gabriela Amaral Almeida (Brasil)
Elefante na Sala, de Guilherme Petry (Brasil)
Abismo, de Aleques Eiterer (Brasil)
Dicionário, de Ricardo Weschenfelder (Brasil)
Exit, de Eduardo del LLano (Cuba)
R, la maldita ilusión, de Carlos Ortiz (Cuba)
El ingenio, de Rosario Fuentenebro Yubero (Espanha)
AQUEL NO ERA YO, de Esteban Crespo (Espanha)
Libre directo, de Bernabé Rico (Espanha)
No tiene gracia, de Carlos Violadé (Espanha)
Perrito Chino, de Fran Gil-Ortega (Espanha)
Primerísimo primer plano genital, de David Planell (Espanha)
Velando a los muertos, de Sebastián Álvarez (Espanha)
La Luz del Mundo, de Fernando J. Martinez y Alfonso Garcia (Espanha)
La Primera Noche, de Eduardo Moyano (Espanha)
No Aguanto a tus Padres, de Javier Cano (Espanha)
Max, de Pere Soles y David Perez (Espanha)
The acrobat, de Gerardo Herrero (Espanha)
Dos de tres, de Paulina Rosas (México)
Defectuosos, de Gabriela Martinez Garza (México)
un domingo cualquiera, de Claudia de la Cabada (México)
El Jazz, de Andrés Peralta (México)
Lucy contra los límites de la voz, de Mónica Herrera (México)
Quince años, de  Liliana Torres (México)
El último consejo, de  Intandehui Jansen (México)
El Acompañante, de Alvaro Delgado-Aparicio (Peru)
Hija de Puta, de Alexandra Bas (Venezuela)

CURTA DOCUMENTÁRIO
O Som do Limão, de Gabriel Barrella (Brasil)
Cowboy, de  Tarcisio Lara Puiati (Brasil)
Gericinó - Do Lado De Fora, de  Gabriel Medeiros e Maria Clara Senra (Brasil)
Boi Fantasma, de Rogério Nunes & José Silveira (Brasil)
Marias, de Wes Gondim (Brasil)
Dois Mundos - a busca do outro, de Luiz Eduardo Jorge (Brasil)
Leve-me Pra Sair, de José Agripino  (Brasil)
Pedra da Memória, de Renata Amaral (Brasil)
Atenciosamente, Lo Turco, de Debora Guimarães (Brasil)
Bonfanti, de Adriana Nolasco & Camila Marquez (Brasil)
Exu - Além do Bem e do Mal, de Werner Salles Bagetti (Brasil)
São Paulo Miniatura, de Wiland Pinsdorf (Brasil)
Piove, il film di Pio, de Thiago Brandmarte Mendonça (Brasil)
Our World Insideout: Brazil, de Isabela Alzuguir (Brasil / EUA)
A Onda Traz, O Vento Leva, deGabriel Mascaro (Brasil/Espanha)
Tuchin, de David Covo Camacho (Colômbia)
Sinfonía de Mercado, de Jimena Sarmiento, Helena Salguero     (Colômbia)
Copa y Espada, de Lourdes de los Santos (Cuba)
Pero la noche, de Gretel MARÍN PALACIO (Cuba)
Celac, un sonido para el mundo, de Jordi Abusada (Espanha)
Haití, tierra de esperanza, de Asier Reino (Espanha)
Adiós padresitos, de Javier Macipe  (Espanha /Equador)
Yuban (tierra viva), de Yaasib Vazquez (México)
El Sentido de la Justicia, de Laura Salas (México)


A História do Cinesul
O Cinesul - Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo foi criado, em 1994, no Rio de Janeiro como uma mostra de cinema e vídeo dos países do Mercosul, a partir de iniciativa do Centro Cultural Banco do Brasil, tendo ampliado seu alcance já em sua terceira edição. Ao longo desses anos, cresceu e se estabeleceu definitivamente como uma vitrine da produção cinematográfica latino-americana. Desde a edição de 2006 passou a aceitar nas mostras competitivas trabalhos da Península Ibérica e, desde o ano 2008, filmes em todos os suportes.

Em 2012 competiram 69 obras, sendo 17 longas-metragens - oito documentários e nove de ficção - e 52 médias e curtas-metragens - 23 documentários e 29 ficcionais – tendo sido exibidos cerca de 240 produções. Do Brasil foram 33 trabalhos, entre eles, duas coproduções uma com Portugal e uma com a Argentina. Os outros 36 foram de 12 países, sendo 13 da Espanha, seis da Argentina, três do México, dois de Cuba, dois da Venezuela, dois de Portugal, dois do Chile, dois da Colômbia, um do Equador, e três coproduções: El Salvador-México, Porto Rico-Espanha e México-Alemanha.

O filme português “A Vingança de uma mulher”, de Rita Azevedo Gomes, foi escolhido pelo júri oficial o melhor longa-metragem de ficção da 19ª edição do Cinesul. “Carta para o futuro” – uma coprodução entre Brasil, Portugal e Alemanha –, de Renato Martins; e “Maria en tierra de nadie”, de Marcela Zamora, coprodução de El Salvador e México dividiram o prêmio oficial de melhor documentário. Ainda nesta categoria, o espanhol “La Plaza”, de Adriano Morán, levou menção honrosa.

Na categoria Videosul – curtas e médias-metragens – o vencedor entre os filmes de ficção foi “Les Bessones del Carrer de Ponent”, da Espanha, dirigido por Marc Riba e Anna Solanas. Entre os documentários, o premiado foi “Diálogos”, filme brasileiro dirigido por Alice Riff. As menções honrosas na categoria ficção foram para “Nuvem”, de Basil da Cunha, uma coprodução Portugal/Suíça, e para o colombiano “Benjamín en Tecnicolor”, de Ángela Tobón Ospina e Juan David Gil Palacio. O brasileiro “Elogio da Graça”, de Joel Pizzini, ganhou menção honrosa na categoria documentário.

No voto popular, os vencedores foram a ficção “La Sublevacion”, coprodução Brasil/Argentina, de Raphael Geyer Aguinaga; e o documentário espanhol “Los Ojos de la Guerra”,  de Roberto Lozano Bruna. No Videosul foram premiados os brasileiros “Cárcere Privado”, de Oscar R. Júnior e Melissa Lipinski, e “Clementina de Jesus: Rainha Quelé”, de Werinton Kermes, nas categorias ficção e documentário, respectivamente.

O Cinesul é fruto do trabalho da Pulsar Artes e Produção, empresa fundada pela pesquisadora e jornalista Ângela José do Nascimento, e agora dirigida pelo produtor e pesquisador Leonardo Gavina.

Nova aposta da Weinstein Company, animação “A Fuga do Planeta Terra” terá distribuição da Diamond Films no Brasil

Longa estreia em todo o brasil no dia 30 de maio, véspera de feriado.


“A Fuga do Planeta Terra” (“Escape from Planet Earth”, no original) estreia em território nacional no dia 30 de maio, véspera de feriado, com distribuição da Diamond Films Brasil. Com versões 2D e 3D, a animação é uma comédia para toda família, uma bem-humorada aventura intergaláctica, em que  o famoso astronauta Scorch Supernova se encontra aprisionado por forças malignas no distante “Planeta das Trevas” (também conhecido como Terra), de onde somente seu irmão, o nerd Garry, poderá salvá-lo.
O longa conta a história do viajante espacial mais célebre do planeta Baab, Scorch Supernova, um herói mundial cujas proezas interplanetárias são televisionadas para o deleite de seus fãs. Com a ajuda de seu inteligente irmão Gary, líder do Controle da Missão BASA, Scorch se tornou uma lenda, conquistando o amor da bela repórter de televisão Gabby Babblebrock e a devoção do filho de Gary, Kip.
Quando a chefe da BASA, Lena, intercepta um sinal de socorro do Planeta das Trevas, um mundo notoriamente perigoso localizado nos confins do universo, Scorch agarra a oportunidade de sua vida de tentar uma missão de resgate. Porém, Garry tenta desencorajar seu irmão de fazer essa viagem sabendo que jamais um explorador intergaláctico conseguiu retornar desse distante mundo. Scorch percebe tarde demais que foi atraído para uma emboscada mortal feita pelo líder paramilitar, enlouquecido pelo poder, General Shanker. Quando a armadilha se fecha, aprisionando Scorch e algumas das mentes mais brilhantes do universo, Garry corre para socorrê-los. O que ele descobre é uma trama interplanetária que somente seu cérebro e os músculos de Scorch podem impedir.


“A Fuga do Planeta Terra” é dirigido por Cal Brunker, especialista em storyboards, responsável pela visualização e encenação de sequências nas animações de sucesso “Horton e o Mundo dos Quem!” (2008), “Meu Malvado Favorito” (2010) e “Era do Gelo 4”. No original, o longa conta com as vozes de Rob Corddry (Garry Supernova), Brendan Fraser (Scorch Supernova) e William Shatner (o vilão General Shanker), além de Sarah Jessica Parker (Kira Supernova), Jonathan Morgan Heit (Kipper “Kip” Supernova), Sofía Vergara (Gabby Babblebrock) e Jessica Alba (Lena), entre outros. As versões brasileiras ficaram à cargo das dublagens de Hércules Franco Guilherme Briggs Márcio Simões, Miriam Ficher, Yago Machado, Fabiana Aveiro e Aline Ghezzi, respectivamente.


 


Diamond Films Brasil

A Diamond Films Brasil é uma distribuidora que acaba de chegar ao mercado brasileiro para distribuir o que há de melhor na indústria cinematográfica independente de títulos estrangeiros e nacionais.
A Diamond Films foi constituída pela Telefilms, empresa com mais de 50 anos de mercado e especializada na aquisição de direitos para o território latino-americano, com uma cartela que inclui “O Artista”, “Jogos Vorazes”, “Meia-Noite em Paris” e “A Pele que Habito”, entre vários outros.
Em 2010, o grupo criou a Diamond Films e optou por lançar seus títulos diretamente no cinema nos principais mercados latino-americanos, instalando-se primeiro na Argentina e no Chile, e agora no Brasil e no Peru.

Star Trek Além da Escuridão - nós vimos!

Galerinhaaa... Depois de um longo período de dificuldades (computador pifado, troca de peças, até fazer esta joça funcionar), cá estamos voltando com a área de filmes que vimos que ainda serão lançados!


Hoje, falaremos do que vi com meu amigo Rafa Tanaka, do Humanoides, e com a galera do CineClick e mais alguns veículos: "STAR TREK: ALÉM DA ESCURIDÃO"!!!


Todo fã de Star Trek (Jornada nas Estrelas) que se preza, não perde a chance de ver um bom filme da série, ou mesmo conhecer filmes dos atores e atrizes que fizeram parte desde a série clássica até os filmes atuais! E, se você se lembra do bom e velho "Star Trek II - Wrath of Khan", e viu o "remake/reboot" em meados de 2009/2010 de Star Trek, aonde o planeta Volcano foi destruído, saiba que, no final das contas, a teoria de viagens do tempo que explica que há dimensões paralelas e tempos diferentes, indica que, se você vai ao passado e muda algo, para atrasar ou acelerar algum acontecimento, ou pra mudar a história, a própria linha do tempo se restaura de alguma forma, pessoas que fariam parte da sua vida, mesmo que em tempo diferente do que estava marcado para te encontrarem, acabam te encontrando, etc. E como todos se preocuparam com o glorioso inimigo KHAN (antigamente interpretado pelo nosso querido, já falecido, Ricardo Montalban), aqui vai uma boa notícia: o que no IMDB havia sido indicado, é comprovado: KHAN existe novamente, e aqui temos uma realidade diferente, mas, ainda existindo os verdadeiros riscos de cada inimigo. Finalmente temos algumas surpresas e também homenagens mais do que esperadas aos fãs mais antigos dos filmes originais.

Muitas piadas prontas e um cinismo aumentado para alívio cômico em cenas de tensão máxima fazem deste filme uma das melhores ficções do ano, até o momento. Não podemos dizer que é "o melhor do ano" ainda, porque estamos apenas chegando na metade deste, mas, podemos dizer que agradou gregos e troianos, até o momento.

Claro que não podemos dar muito spoiler, mas, já adianto que as cenas antológicas e falas importantes acabam voltando a existir nesta nova aventura, e até temos uma participação especial do 13º planeta do sistema solar, "Nibiru", para o deleite de quem gostaria de ver sua existência em algum lugar além a imaginação dos cientista!

O filme visto em IMAX tem um tratamento de som digno de sci-fi/ação de primeira, mas, o "3D" deixa a desejar em alguns momentos. As legendas em 3D, em alguns momentos podem se distorcer um pouco, se você não ficar com a cabeça parada e ereta durante o filme todo, então, já fica esta pequena dica á todos.

Dos atores participantes, temos um bom destaque áo verdadeiro Robocop, Peter Weller, como Dr Marcus, a lindíssima Alice Eve como Carol Marcus, Benedict Cumberbatch como John Harrisson "Khan", e a equipe toda da tripulação do primeiro filme desta nova versão, que conseguiram deixar um ar de ação e diversão com um bom drama.

Chris Pine, em certos momentos, chega a ficar um pouco parecido com William Shatner (em cenas de drama, choro, parece o Shatner gordo atual), e em cenas de alívio, em alguns ângulos lembra o Kirk clássico (Shatner na década de 60), o que continua fazendo esta uma boa escolha para o novo Capitão James Tiberius Kirk.


Esperamos que todos gostem deste filme, que ficou muito bem feito, com direção e efeitos impecáveis de J J Abrams, e uma equipe de animadores sensacional!

Dia 14 de Junho, nos cinemas, não percam!

Seção Assoprando o Cartucho - Unreal Tournament 99


Fala cambada!! Hoje irei falar de mais um famigerado jogo de tiroteio: Unreal Tournament.
Irei falar do UT Classic, conhecido como Unreal Tournament 99 que é o primeiro jogo da série e na minha opinião o melhor deles, devido principalmente a velocidade frenética de sua jogabilidade e pela criatividade das armas.
Se trata de FPS (First Person Shooter) desenvolvido pela Epic Games e pela Digital Extremes, foi desenvolvido para competir com Quake III Arena. Quake III possuía gráficos melhores, mas UT possuía uma inteligencia artificial superior, uma física mais realistas, jogabilidade mais ágil e um segundo tiro para algumas armas. Foi desenvolvido usando a Unreal Engine como motor de jogo, muito conhecida por desenvolvedores de games em geral.

O jogo tem como foco o multiplayer, até hoje essa versão possui diversos clãs e jogadores que cultuam e jogam online. No meu caso eu jogo mais single player mesmo, alternando os níveis de dificuldade de acordo com minha evolução, pois pra mim que comecei a jogar este jogo recentemente não tem como querer disputar com os viciados da rede, realmente muito apelões. Já cheguei a jogar online com o meu amigo que apresentou o game, e eu sofria nas mãos dele...me sentia o Eufrazino sofrendo com as malandragens do Pernalonga, e os caras que jogam online são mais apelões que ele ashuhasuhas.



O jogo no geral é muito interessante, começando com a velocidade da jogabilidade, variedade de cenários (alguns com características peculiares como baixa gravidade), a criatividade das armas e as situações nas quais elas podem ser úteis, ver a cabeça de seu inimigo ser separada do corpo ou então destroça - lo em pedaços.
Só não achei muito bacana o personagens que tem para escolher, não fui muito com a cara deles. Os androides tem um estilão Exterminador do Futuro, eles são até legais, mas os personagens humanos achei sem graça. Tem uma raça no jogo (me esqueci o nome), eles são marrons, uma aparência meio de réptil, eles são até legais mas se for jogar multiplayer eles não estão disponíveis.
Dizem que dá pra baixar personagens e etc, mas não sei se é possível jogar online com chars diferentes, se for possível, por favor...me digam como faz! ahahha






Vamos agora falar dos modos de jogo disponíveis em UT 99:

Deathmatch: Aqui o barato é loco tio!! Cada um por si metendo os pipoco nus vacilão morô!? E vence aquele que matar mais (as partidas são definidas antes, por exemplo: "Quem matar 20 antes vence a partida".













Team Deathmatch: Parecido com o Deathmatch só que com timinho (NOOSSA? SÉRIO? É MEMU!?).




Last Man Standing: Cada jogador começa com um numero de vidas, se o cara tiver 5 vidinhas, e matarem ele 5 vezes, ele estará fora da brincadeira. Vence o último jogador que continuar com pontos de vida.

Capture the Flag: Tipo aquela brincadeira que as vezes passavam para nós em algumas aulas de educação física, onde cada time fica de um lado da quadra e tem que roubar a "bandeira" do time adversário e trazer de volta para o seu lado sem ser pego pelos adversários. Só que aqui a galerinha usa armas e uma bandeira de verdade no lugar de um bola de handball.
Cada equipe tem o objetivo de invadir a base inimiga, pegar a bandeira deles e leva-la de volta até sua base.














Domination: Cada equipe deve dominar locais de seus adversários, assim como manter os locais que já são de sua posse, quanto mais tempo consegui mante-los mais pontos a equipe vai acumulando. Vence a equipe que atingir primeiro uma pontuação pré determinada.

Assault: Uma equipe defende e a outra equipe ataca um local. A equipe invasora terá de atingir determinados objetivos dentro do map dentro de um limite de tempo enquanto a outra equipe tem de impedir que as missões sejam completadas. Caso as missões sejam completada pela equipe invasora ou o tempo se esgotar, os papeis se invertem, quem estava defendendo a base irá atacar e vice - versa. Vence a equipe que concluir as missões em menos tempo.

Agora irei falar das armas, que na minha opinião é um dos pontos fortes do jogo, algumas delas possuem dois tipos de disparos e elas podem proporcionar situações peculiares que geralmente não se encontra em jogos de tiros convencionais por ai.

Translocator: Um disco é usado como teleportador, o primeiro tiro dispara o disco e o quando atirar novamente sera teleportado aonde o disco havia caído  A arma serve como modo de transporte em alguns modos do jogo, mas você pode matar os inimigos jogando o disco aonde ele se encontra e teleportando no mesmo lugar fazendo o corpo dele estourar em pedaços (dois corpos não ocupam o mesmo espaço).
Impact Hammer: É uma espécie de britadeira, arma que não se utiliza de munição (seria a equivalente a famosa "faquinha" dos CS da vida), no entanto o impacto dela é mortal, o adversário será trucidado se atingido com botão de disparo carregado. Pode ser usada também para para impulsionar a capacidade de salto.



 Enforcer: Uma simples pistola, pode ser usada uma em cada mão caso pegue de um jogador já morto. O primeiro disparo é bem preciso, o segundo tipo de disparo é mais rápido só que com menor precisão.



GES Biorifle: Arma que dispara bolas líquidas de material biológico tóxico. O disparo primário atira vários
blocos seguidamente, o tiro secundário pode ser carregado e disparar um bloco maior que se dividem em blocos menores ao colidir em alguma superfície. Essas gosmas podem grudar nas paredes, tetos, chão (quem encostar nelas sofre dano) e depois de alguns segundos essas bolhas estouram podendo ser mortal para quem estiver próximo delas.



ASMD Shock Riffle: Ela dispara feixes azul de energia, seu primeiro disparo é um faixo feixe de energia e o segundo é uma lenta esfera de energia. O ponto forte desta arma é usar os dois tiros combinados, primeiro atira a esfera de energia, quando ela chegar próxima do adversário dispare o feixe em cima da esfera, isso causará uma explosão que pode ser mortal a quem estiver próximo, sendo assim umas das armas mais poderosas do jogo.













Pulse Gun: Seu disparo primário atira pequenas esferas de energia verde continuamente, esses tiros são velozes e bons para grandes distancias, já o tiro secundário deixa um feixe de energia continuo enquanto segurar o botão, útil em curtas distancias.


















Ripper:  Uma máquina lançadora de lâminas em forma de discos que podem decepar a cabeça se atingir alguém próximo do pescoço. Os discos primários ricocheteiam nas paredes, muito úteis para se disparar em  entradas de corredores para pegar de surpresa quem estiver passando por ali, (cuidado pois eles podem voltar e te atingir). O tiro secundário explode imediatamente quando atinge algo.





Minigun: Uma potente metralhadora giratória. Quanto aos seus tiros funciona no mesmo esquema da Enforce, o primeiro é preciso e mais lento, o segundo o inverso.



Flak Cannon: Um pequeno canhão, seu tiro primário dispara pequenos projéteis que rebatem na parede e causam pequenos danos, esse disparo é mais perigoso se usado mais próximo do adversário. O segundo tiro lembra uma Granade Laucher, dispara um bola de fogo que explode o inimigos em pedaços se atingi-lo, ao atingir alguma superfície espalha pequenos fragmentos. 

Sniper Riffle: Um rifle de sniper que se encontra em todo jogo de tiro. Seu tiro secundário aumenta em muitas vezes o zoom da mira, mortal se atingir na jaca!




Rocket Laucher:  Lançador de misseis com capacidades de lançar até 6 foguetes por disparo (segurando o botão de tiro para carregar os misseis) com enorme poder de destruição, nem é preciso atingir o adversário em cheio para mata-lo. O tiro secundário dispara apenas solta os misseis sem propulsão à jato, assim os projéteis apenas quicam no chão como se fossem granadas e explodem após alguns segundos ou se tocar em algo. Umas das armas mais apelonas do jogo.



Redeemer: A arma mais poderosa do jogo, só se encontra em alguns maps. É um disparador de míssil termo nuclear. Elas ficam escondidas em certos locais e só pode ser feito um disparo. O tiro secundário permite ao atirador teleguiar a rota do foguete por uma câmera matando todos que estiverem próximos do local da explosão. O tiro primário é normal (não teleguiado), se explodir próximo de onde estiver você também irá pro saco!




Então é isso, se estiverem com sede de matança e buscarem algo diferente, um jogo de tiro com um ritmo mais frenético joguem Unreal Tournament 99.
Até próxima, E COMPAREÇAM NA SHOCKER PROJECT!! Ò_Ó


Edições anteriores de Assoprando o Cartucho:

X - man - Atari
Killer Instict - SNES
Rockman 6 - NES
Psycho Soldier - Arcade
Altered Beast - Mega Drive
Bugs Bunny Lost in Time - PSX
Yakuza Portable - PSP
The King of Fighters Kyo - PSX
Kamen Rider Seigi no Keifu - PS 2
Phantasy Star - Master System
Alex Kidd in Miracle World - Master System
Ace Combat 3 Electrosphere - PSX
Hokuto no Ken - Seikimatsu Kyuuseishu Densetsu - PSX
DOOM - MS-DOS
Wolfenstein 3D - MS-DOS
Wonder Project J - Snes
Super Tokusatsu Taisen 2001 - PSX
Clock Tower - Snes
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