sábado, 20 de abril de 2013

Arquivos Mortos - O livro sobre Evil Dead

Clássico de Sam Raimi é dissecado em livro
‘Evil Dead - A Morte do Demônio [Arquivos Mortos]’ reconta a história de um dos mais aclamados filmes de horror e comédia dos anos 1980 em lançamento da Editora DarkSide



O filme Evil Dead (1981), lançado originalmente no Brasil como A Morte do Demônio, foi escrito e dirigido por Sam Raimi, diretor mais conhecido pela primeira trilogia do Homem-Aranha (2002, 2004 e 2007) e de Oz: Mágico e Poderoso (2013). Raimi é também o responsável pela refilmagem deste clássico que une horror e comédia com estreia prevista para 2013, tendo escrito o roteiro e cuidando da produção executiva.
“Evil Dead” conta a história de como Ash – interpretado com tanta competência e inventividade por Bruce Campbell, que acabou por se tornar um ícone – e seus amigos vão para uma cabana no meio da floresta para curtir as férias (como todo filme clássico de terror que se preze) e acabam encontrando um antigo livro encadernado com pele humana e escrito com sangue, o “Livro dos Mortos – Necronomicon”, homenagem ao mestre dos contos de terror H.P. Lovecraft. Ao tentarem descobrir do que se trata a obra, acabam por liberar demônios, que vão partir com tudo para cima dos jovens.
Feito com pouquíssimo dinheiro e filmado no interior do Tennessee com uma steadycam feita em casa no melhor estilo do it yourself, o longa é praticamente uma cartilha para quem deseja produzir os seus próprios filmes. Uma mistura sem comparações de terror sangrento e humor vulgar que influenciou gerações de fãs e futuros cineastas, como Peter Jackson (diretor de “O Hobbit” e da trilogia “O Senhor dos Anéis”), que garante ter sido muito influenciado no início da carreira pelo clássico de Raimi para realizar os seus filmes de terror, “Trash - Náusea Total” (“Bad Taste”, de 1987) e “Fome Animal” (“Braindead”, de 1992). O filme original chegou a ter duas sequências delirantemente diferentes, mas não menos criativas, “Uma Noite Alucinante 2” (“Evil Dead II”, de 1987) e “Uma Noite Alucinante 3” (“Army of Darkness”, de 1992).
Para escrever o livro, o aclamado crítico de cinema Bill Warren teve acesso total ao arquivo de Raimi e das três produções e nos revela detalhadamente e sem censura alguma o making of dos filmes, incluindo longas e exclusivas entrevistas com o elenco e a equipe de produção; fotografias raras e inéditas da filmagem; o storyboard; esboços dos concepts e figurinos dos demônios; histórias dos bastidores das filmagens e muito mais.
Em “Evil Dead - A Morte do Demônio [Arquivos Mortos]”, que integra a coleção “Dissecando”, da DarkSide®, Warren analisa minuciosamente o trabalho de Raimi em um livro que é como um saboroso prato cheio de vísceras e sangue para aqueles que estão famintos, aguardando ansiosos pelo remake deste clássico do horror e da comédia, que bebe em outros clássicos da comédia pastelão como “Os Três Patetas” e “O Gordo e o Magro”. O novo filme será dirigido pelo estreante diretor uruguaio Fede Alvarez e tem estreia prevista para 19 de abril de 2013. Como diria Ash, personagem imortalizado por Bruce Campbell: “Maravilha! Viva o rei, baby!”.
A coleção “Dissecando – Filmes Clássicos de Terror” vai apresentar os bastidores de algumas das principais obras do gênero, ressaltando um importante ponto em comum entre todas elas: a amizade entre jovens apaixonados por cinema e muito sangue, que os leva a criar sem muito dinheiro e condições, e com bastante improviso, os filmes que queriam fazer, as histórias que queriam contar. Uma verdadeira aula de como você também pode fazer isso, basta ter os amigos certos, uma boa ideia e muita atitude.

Ficha Técnica
Título | Evil Dead - A Morte do Demônio [Arquivos Mortos]
Autor | Bill Warren
Tradutor | Dalton Cunha
Editora | DarkSide®
Edição | 1ª
Idioma | Português
Especifiçações:
Brochura | ISBN 978-85-66636-02-4 | Preço sugerido: R$ 49,90
Capa Dura | ISBN 978-8-56663-601-7 | Preço sugerido: R$ 64,90
Nº de páginas | 320 páginas
Dimensões | 16 x 23 cm
Lançamento em abril de 2013.

Sobre o autor
Bill Warren é crítico e historiador de cinema. Nasceu em 1943 no Estado americano do Oregon, mudando-se para a Califórnia aos 23 anos, quando passou a ter bastante contato com diretores e produtores. Participante ativo da Los Angeles Science Fantasy Society (associação de fãs e produtores de ficção-científica e fantasia de Los Angeles), publicou seus contos de sci-fi ainda naquela época, além de organizar convenções do gênero. Contribuiu para guias sobre cinema (“Reference Guide to Fantastic Films”, 1972; “Leonard Maltin’s Movie Guide”, 1978) e seu livro “Keep Watching the Skies! American Science Fiction Movies of the Fifties” (1982 e um segundo volume em 1986) traz uma massiva pesquisa sobre filmes sci-fi dos anos 1950-1960, uma das razões para ele ser considerado, ainda hoje, uma sumidade no meio da crítica sobre ficção científica, fantasia e horror.

Editora DarkSide®
O horror, a fantasia, o suspense, o mágico. A Editora DarkSide® reúne o que há de mais interessante e instigante no universo sombrio da literatura, de ontem e de hoje.
A cada página de um livro, a cada fase de um jogo, a cada calafrio, estaremos apostando sempre no escuro, no mágico, no inusitado, no novo. Go play!

www.darksidebooks.com

ZumbiGo é lançado gratuitamente para download!!!

COM DOWNLOAD GRATUITO, PUBLICAÇÃO TRAZ CONTEÚDO PRÓPRIO RELACIONADO AOS MORTOS-VIVOS, COMO ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O CRIADOR DO GAME ZOMBIE PLAYGROUND, JASON CHAN

Nessa sexta-feira, 19 de abril, chegam aos melhores computadores do mercado a revista eletrônica ZumbiGo! Criada pela DarkSide® Books, a publicação pode ser baixada gratuitamente em darksidebooks.com.

Com conteúdo próprio, a revista traz entrevistas, perfis, dicas de compras (que tal dar de presente uma touca de lã em formato de cérebro?), ilustrações (Brad Pitt e Madonna são só algumas das celebridades “zumbizadas” pelo traço do suíço Frederik Peeters), ensaio fotográfico e até um infográfico com o mapeamento das Zombie Walks em todo o Brasil.

A primeira ZumbiGo! traz uma entrevista exclusiva com Jason Chan, criador do game “Zombie Playground”, uma aposta arriscada que mistura crianças e zumbis, mas que mobilizou 4 mil pessoas em esquema de crowdfunding, que arrecadaram mais de 160 mil dólares para tornar o jogo possível. Outro destaque é o perfil do cineasta, ator, músico, Rob Zombie, no momento em que ele está para lançar novo filme, o aguardado “The Lords of Salem”, e prestes a pisar em território nacional, já que participará do Rock in Rio.

A relação com o cinema, aliás, continua com reportagem sobre o “oscarizado” Gregory Nicotero, assistente das lendas Tom Savini (o “poderoso chefão da sanguinolência”) e George Romero (“A Noite dos Mortos-Vivos”). Romero – e não poderia ser diferente – é outra presença nessa edição, em que ganha um perfil-homenagem. Da ala mais, digamos, jovem, entrevista com Kouji Tajima, o japinha de 23 anos que dá vida a monstros com uma verossimilhança incrível.

Dos mortos-vivos do lado de cá do Equador, emerge do mangue do Espírito Santo o maior cineasta do horror independente brasileiro hoje. Prestes a lançar “Mar Negro”, Rodrigo Aragão (encerrando a trilogia que contempla “A Noite dos Chupacabras” e “Mangue Negro”), também comparece com  entrevista exclusiva na ZumbiGo! #1.

Editora DarkSide®

O horror, a fantasia, o suspense, o mágico. A Editora DarkSide® reúne o que há de mais interessante e instigante no universo sombrio da literatura, de ontem e de hoje.
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Arcanjo lota cinema em Paris!

César Oiticica Filho, Guilherme Azevedo e Bruno Quintella
A estreia mundial do filme “Histórias de Arcanjo”, que narra a trajetória do jornalista investigativo Tim Lopes, teve sala lotada durante sua exibição na 15ª edição do Festival de Cinema Brasileiro de Paris. A sessão contou a presença do diretor Guilherme Azevedo e do roteirista Bruno Quintella, filho de Tim. Assassinado por uma facção criminosa do Rio de Janeiro em 2002, Tim Lopes despertou a curiosidade do público francês que estava ansioso para desvendar a história do repórter. Na foto, posam Guilherme Azevedo e Bruno Quintella, diretores do documentário, além de César Oiticica Filho, que dirige “Hélio Oiticica”, filme que encerra o festival no dia 23 de abril.

O Festival

Há 15 anos, o Festival de Cinema Brasileiro de Paris funciona como uma vitrine do cinema nacional ao exibir recentes e antigas produções – entre documentários e ficções - para o público francês. Muitos filmes estreiam mundialmente no festival, que funciona ainda como um espaço para negociação da produção brasileira no exterior. Entre os títulos vendidos após o festival estão “Policarpo Quaresma”, de Paulo Thiago, e “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, de Bruno Barreto.

Além do Festival de Cinema Brasileiro de Paris, a ONG Jangada, presidida por Katia Adler realiza dois festivais internacionais no Canadá: em Toronto (Brazil Film Festival) e em Montreal (Festival du Film Brésilien de Montreal). Esse ano, os dois festivais completam a sexta edição.  Em 2011, a ONG Jangada realizou ainda o 1st Latin American Cultural Festival no Catar, em  Doha.

Katia Adler é também cineasta, tendo dirigido filmes como: “Carnaval em Paris”, documentário sobre o desfile de Carnaval de Joazinho Trinta em Paris durante a Copa em 98  (1998); “Succoth, a festa da Cabana” , documentário para TV Francesa FR3 sobre a festa de Soucot em Israel. (1996); “Sem cor”, ficção sobre um menino que vende limão nos sinais do Rio de Janeiro (1991), e “A arte de ser um cientista”, documentário sobre  Haity Moussatche.  Como produtora, Adler foi responsável por “Só dez por cento é mentira”, documentário sobre Manoel de Barros (2009)

quarta-feira, 17 de abril de 2013

sábado, 6 de abril de 2013

Jam Station Aprensenta: SHOCKER PROJECT!!



Oi, eu sou Dan Higa, devem me conhecer de postagens como o Assoprando o Cartucho, hoje eu estou aqui para apresentar à vossas pessoas essa iniciativa honrada: A SHOCKER PROJECT!!

Se trata de uma iniciativa criada por mim, Jorge Gomes e o Professor Francisco, a ideia consiste em dar destaque e reviver boas produções da cultura pop japonesa que vem sendo deixadas de lado nos eventos. E como faremos isso? O Gomes conseguiu um espaço bacana e lá todas as tardes de sábado iremos exibir uma programação  que será aberta ao público. A ideia é reunir amigos para assistir Tokusatsu e animes um pouco e reviver séries gloriosas que eternamente merecerão destaque, e com isso tentar trazer um novo público para este meio.

Porque o nome Shocker Project? Simples, Shocker era o nome da diabólica organização criminosa no primeiro seriado Kamen Rider (1971), uma organização conspiratória que vivia nas sombras da sociedade, e assim como a Shocker o nosso objetivo é megalomaníaco, iremos conquistar o mundo!!


Acho que o meio "otaku" está ficando cada vez mais banalizado, sempre na mesmice, eventos sempre com as mesmas atraçõezinhas e pior de tudo, coisas que merecem seu espaço vem sendo esquecidas, como animes épicos e os seriados de tokusatsu.


Godzilla - 1954
Para os mais leigos farei uma breve explicação do que é Tokusatsu, o termo seria a junção das palavras Tokushuu Satsuei e serve para designar séries japonesas com atores reais e efeitos especiais. O gênero surgiu nos anos 50 com os primeiros Kaijuu Eiga (cinema de monstros). Godzilla foi um dos pioneiros, trazendo um enredo repleto de suspense, efeitos especiais interessantes para a época. O filme foi produzido em pleno período de Guerra Fria, quando o Japão ainda sofria as consequências da bomba atômica, o filme em si é uma critica aos testes nucleares dos americanos no oceano pacifico, em outras palavras Godzilla é a personificação do medo da bomba de hidrogênio. Com o passar dos anos Godzilla foi ganhando diversas continuações, a maioria filmes com sequencias cronológicas, com enredo inteligente, envolvendo politica, criticas sociais e ecológicas, ficção cientifica intrigante e logicamente batalhas sangue nos olhos entre os monstros. Se você pensava que era apenas um filminho de um monstro destruindo cidades, saiba que está TOTALMENTE equivocado!!



Godzilla vs Mothra - 1992


Godzilla vs King Ghidorah - 1991












Com o tempo começaram a surgir os seriados com heróis como protagonista, séries como Gekko Kamen, National Kidd e entre outras começaram a dar as caras. O tempo foi passando surgiram vários gêneros de tokusatsu, alguns estúdios famosos como Tsuburaya, Tohei, Toho e entre outras. Geralmente eram séries que envolviam ficção cientifica, muita ação e algumas delas diria que foram pioneiras em tratar do tema ecologia (Spectroman seria um exemplo), levando-se em conta que tal assunto só passou a ser abordado seriamente no âmbito mundial após o fim da guerra fria.
Séries como Ultraman e Kamen Rider sem dúvidas serão eternos ícones da cultura pop japonesa, os porradeiros das antigas representantes do Nippon Tamashi!! Durante muito tempo não era possível
 se pensar em Japão sem se lembrar destes eternos guerreiros.




Kamen Rider V3 - 1973


Ultraman - 1966













No Brasil séries como National Kid e Ultraman fizeram muito sucesso na extinta Tv Tupi, mas o grande BOOM veio mesmo nos anos 80 com a Rede Manchete que passou a exibir Jaspion e Changeman. As duas séries fizeram tanto sucesso que resolveram exibir mais séries do gênero, então vieram Flashman, Jiraiya, Jiban, Kamen Rider Black, Cybercops, Winspector...e outras emissoras também passaram a querer exibir tokusatsu's. Essas séries renderam muito em venda de brinquedos, disco vinil com musicas das séries em versão brasileira e até criaram Circo Show, cuja suas apresentações lotavam mais que show do Roberto Carlos.

Changeman - 1985

Jaspion - 1985












Como podem ver acima a imagem da série Dengeki Sentai CHANGEMAN de 1985, se trata de cinco guerreiros cada um com um traje de combate de cores diferentes. Este subgênero criado pela TOEI é chamado de Sentai (esquadrão), desde de 1975 até os dias de hoje a TOEI exibe uma série de Sentai por ano. No entanto os americanos se interessaram no molde e compraram os direitos de adaptação destas séries, então de 1992 em diante as séries de sentai passaram a ter uma versão americana, conhecidos como Power Rangers. A primeira série a ter uma versão americana foi Zyuranger de 1992  e a partir daí toda nova série de Sentai lançada no Japão seria transformada em uma temporada de Power Rangers no ocidente. Nos primeiros Power Rangers os americanos só filmaram praticamente as cenas dos personagens com seus trajes civis, quando eles se transformavam a maioria das cenas eram da série japonesa editava e dublada.
Eu sinceramente ODEIO Power Rangers, pra começar sou contra adaptações, se algo já existe não tem porque faze-la de novo, é evidente que é uma forma de colonialismo cultural americano, eles já possuem diversos heróis e produções, mas mesmo assim quando surge algo interessante em outros lugares eles sempre tentam arrumar um jeito de se apropriar e ficar com a fama. Sem falar que acho as versões americanas totalmente abobadas, infantilizadas ao extremo. Em Zyuranger eles eram guerreiros misticos de tempos remotos que foram selados e despertaram nos tempos atuais, em Power Ranger são cinco adolescentes leite com pera que estudam na mesma escola que foram escolhidos para combater o mal. Os personagens não são marcantes, enquanto na maioria das séries originais os personagens possuem características diferenciadas, as séries costumam ter uma carga dramática (com direito a morte de integrante do esquadrão em algumas séries).


Zyuranger - 1992
A primeira série a ser transformada em Power Ranger




 Existem vários tipos de séries, algumas com um enredo mais infantil, outras com enredos mais maduros e dramáticos. Infelizmente a maioria das pessoas são fúteis demais para saber apreciar algo antigo, ou algo que seja diferente da roupagem e padrões hollywoodianos, o que é uma tolice, pois existe muita coisa boa por aí que está além de tais padrõezinhos superficiais.
Fico indignado quando vejo certos otaquinhos que torcem o nariz pra tokusatsu, fazem pouco caso e julgam sem conhecer direito, é uma verdadeira imbecilidade. Tokusatsu e Animes são partes da cultura pop japonesa, elas andam juntas e se completam, muitos animes foram inspirados em Tokusatsu e vice versa.
Akira Toriyama criador de Dr Slump, Dragon Ball (esta que é endeusada pelos Otakos), em suas obras são repletas de referências a Godzilla, Ultraman, Kamen Rider, se repararem as Forças Especiais Ginyu é uma sátira de sentai, Grand Sayaman lembra muito o Machineman e assim por diante. Shotaro Ishinomori, um monstro sagrado no meio dos Tokusatsu, ele é criador dos Kamen Riders, Kikaider, Kaiketsu Zubat, Inazuman, Bycrossers, Machineman, criador do conceito de Sentai...ele é um magaka, entre suas obras está o clássico Cyborg 009. Séries como Kikaider e Kikaider 01 tiveram suas versões animadas, o especial animado Kamen Rider SD e sem falar de diversos animes que carregam temática tipica de Tokusatsu, basta olhar o concept art dos artistas que elaboram e desenham os design dos vilões e veículos para constatar que aquilo é puro traço de mangá.
Portanto essas séries merecem sim destaque, por se tratarem de patrimônio histórico e por lutarem bravamente desde dos anos 50 em suas séries repletas de boas mensagens, lição de moral e usando essas organizações malignas como plano de fundo para críticas ao egoismo e ganancia de nossa sociedade.



Kikaider (outro heroi de Ishinomori)
um Tokusatsu de sucesso que teve
sua versão anime


Kaiketsu Zubat
Uma das muitas grandes criações de Ishinomori


















                                                                                                                       
Também exibiremos animes, de preferencia séries que mereciam ter mais destaque mas infelizmente não são muito populares por aqui, ou então algumas que já foram populares mas veem sendo esquecidas. Um exemplo é Hokuto no Ken, na minha opinião é o anime/mangá que está acima de TODOS, ele tem enorme importância no Japão e fez sucesso em vários países. Um anime de macho, brucutu, violento, bruto, profundo com fatos que nos fazem parar pra pensar em nossa sociedade, conceitos de justiça e muitos acontecimentos e personagens que podem ser relacionado com fatos e personalidades históricas da vida real.
Um outro exemplo seria Dr Slump, de autoria de Akira Toriyama. Infelizmente por aqui ele é apenas conhecido por ter criado Dragon Ball Z, mas Dr Slump possui um humor único, pra mim séria um equivalente a Chaves/Chapolin no Japão, na minha opinião essa obra é bem superior a Dragon Ball.


















Enfim, chegou a hora de dar um Rider Kick nos otaquinhos leite com pera que acham que esse universo se resume a Naruto, Bleach, DBZ!!
Conto com a presença de todos, muito mais do que um encontro e mera exibição, será a oportunidade de se reunir com amigos que curtam as mesmas coisas, trocar idéias, se divertir, trocar episódios, comer guloseimas e quem sabe depois jogar um futebolzinho no campo que tem lá, ou combinar de jogar partidas de RPG, Magic ou até mesmo emendar um rolezinho noturno. Aguardem que estamos planejando também fazer um "Tokurrasco".
Bora nos divertir nas tardes de sábado, e nem preciso dizer que é a oportunidade perfeita pra se conhecer pessoas, formar novas parcerias e projetos. Curtam a página da Shocker Project clicando aqui (conheço um cara que disse que você não seria fodão o suficiente para curtir a pagina! Mostre pra ele quem manda!).
Lá na pagina manteremos vocês por dentro dos detalhes e fiquem de olho na programação!! Até mais cambada, e continuem lendo a Seção Assoprando o Cartucho!








sexta-feira, 29 de março de 2013

Seção Assoprando o Cartucho - X - Man



E aí galerinha radical, tudo numa nice?? Hoje irei falar sobre um clássico do Atari, SIIIM! O INESQUECÍVEL X-MAN!! "Noossa! Que legal, eu adooro o Wolverine! *o*" - NÃO! NÃO É ESSE X-MAN ANIMAL!!

TIREM AS CRIANÇAS DA SALA!! Antes de começar já irei dizer que se trata de um jogo polêmico, esse post conterá cenas fortes. Gostaria de salientar que escrevi esse post em prol do jornalismo de credibilidade (e porque seria engraçado), espero que não queime meu filme e todos pensem que eu seja um punheteiro maniaco por pixels.

Dados os recados, agora vamos começar. X - Man um jogo do gênero fudelança lançado em 1983 para o Atari 2600. Um game controverso, repleto de sacanagem, se você se achava o comedor por ir atrás das vadias no GTA, saiba que VOCÊ É MULEQUE!! O esquema é dar as suas cacetada no Atari morô!? Se já jogou isso escondido de sua mãe, significa que manja das putaria dos games (literalmente).

Eu tentei joga-lo em emuladores, mas todas as roms que baixei travam tanto no emulador do pc quanto no emulador de Android, o jeito foi joga-lo online em um site com plugin Java (se alguém souber como resolver o problema com os emuladores, entre em contato por favor).
O jogo é parecido com Pacman, o jogador percorre um labirinto fugindo dos inimigos, só que em vez da simpática bolinha amarela é um cara de piroca dura, em vez de fantasminhas são tesouras querendo cortar o piru do rapaz.





No jogo você é o "X - Man...o macho super garanhão do ano" (como vem especificado na embalagem do jogo), seu objetivo é atravessar o labirinto e chegar até o ponto especificado sem ter a piroca decepada pelos inimigos que o perseguem. "Uma loira sexy com um corpo que não descansa está esperando atrás da porta para satisfazer qualquer uma de suas fantasias" (outra pérola encontrada na embalagem).
Enfim, você deve cruzar esse caminho sem ser pego pelos inimigos, e ao chegar na porta a loira "estonteante" estará aguardando por seu salame em uma posição diferente a cada fase. Quando finalmente chegar lá você tem de dar no coro, fazer o "Créu na velocidade 5" fazendo a barrinha atingir seu limite (de orgasmo ou sei lá o que) .


 Eu joguei mais cedo este jogo para poder lhes escrever esta matéria, eu achei difícil, pois além da jogabilidade não ajudar muito, existe apenas um trajeto até a porta e tive muita dificuldade de chegar lá sem ser pego pelo inimigo. Então eu percebi que o inimigo costuma ir até se deparar com uma parede e nesse momento ele decide se vai voltar o caminho ou seguir em frente, então o esquema é se esconder em algum canto e torcer para que a tesoura não vá onde você está e siga o caminho até o fim, esta é chance que se tem para correr até a porta.








Que bunitinho né!? Até parece pornochanchada de Minecraft. Então se você quer relembrar dos tempos que as coisas eram mais difíceis para os garotos da puberdade, dos tempos sem internet, sem Redtube, X videos...onde o jeito era descolar e ver escondido revistas da Play Boy, assistir os filmes da Emanuelle nas madrugadas de sábado no Cine Band Privê (ahh, os meus 13 anos...), então bora jogar esse jogo sacanagero!




Edições anteriores de Assoprando o Cartucho:

Killer Instict - SNES
Rockman 6 - NES
Psycho Soldier - Arcade
Altered Beast - Mega Drive
Bugs Bunny Lost in Time - PSX
Yakuza Portable - PSP
The King of Fighters Kyo - PSX
Kamen Rider Seigi no Keifu - PS 2
Phantasy Star - Master System
Alex Kidd in Miracle World - Master System
Ace Combat 3 Electrosphere - PSX
Hokuto no Ken - Seikimatsu Kyuuseishu Densetsu - PSX
DOOM - MS-DOS
Wolfenstein 3D - MS-DOS
Wonder Project J - Snes
Super Tokusatsu Taisen 2001 - PSX
Clock Tower - Snes
E.V.O - Snes   













domingo, 24 de março de 2013

Seção Assoprando o Cartucho - Killer Instict

E aí cambada?? Quanto tempo não!? Realmente as coisas andam meio conturbadas ultimamente, tentando conciliar obrigações chatas do dia a dia com a elaboração de novos projetos, espero trazer muitas novidades.
Vamos ao que interessa! Hoje irei falar sobre um jogo que conheci na minha infância, no tempo que eu procurava feito loco pela casa moedinhas para juntar o suficiente para jogar Snes durante uma hora na locadora ao lado de casa. Se você não viveu essa época de jogar com a galerinha ou alugar fitas para jogar na locadora para jogar freneticamente aos fins de semana é porque você é PIVETE, tenho pena de você!! (Assistam o Hora 13 ahahah).
Nessa época eu ia ate essa locadora e ficava jogando com os moleques fuleiros que se reuniam lá, ou mesmo sozinho...teve vezes que até levei minha irmã (ela insiste em lembrar que me derrotou com Liu Kang usando aquele chutinho maroto enquanto eu estava like a boss usando o Montaro...aahhaha). Dentre os jogos preferidos da galera na locadora estava Mortal Kombat 3 e Killer Instict.
Killer Instict é um jogo de luta desenvolvido pela Rare, sua versão para Snes foi lançada em 1994 (ÉEE TÉTRAAA!),apresenta cenário renderizando transmitindo uma sensação 3D. Possui onze personagens jogáveis e um secreto e um cenário para cada um deles. Possui um sistema complexo de combos, ou seja é possível ementar porradas infinitas até acabar com a raça do adversário vacilão!

  Na minha opinião se trata de um jogo fanfarrão, cujo o apelo é mais a bizarrice, coisas sem noção que rendem boas risadas e lógico a possibilidade de encaixar combos apelões, mas se tratando de conceito de jogo de luta, movimentação, conceitos de artes marciais e carisma de personagens fica bem atrás de jogos como Fatal Fury, The King of Fighter, Samurai Shadow, Street Fighter e entre outros.
Se nota que quiseram pegar carona com o sucesso de Mortal Kombat, pois existem muitas semelhanças, começando pela técnica de motion capture (captura movimentos feitos por atores), os cenários e a possibilidade de aplicar "Fatality's" (chamados de Ultimate e Ultras).

História:
O jogo possui até uma história interessante, certos elementos que podem ser relacionados e servir como crítica a nossa sociedade atual. Tudo começou em um passado longínquo onde dois Lordes da Guerra batalhavam entre si, exércitos foram dizimados e o mundo colocado a prêmio. Um grupo de guerreiro os enfrentaram bravamente e conseguiram cela-los no limbo temporariamente.
O tempo seguiu seu fluxo chegando ao um futuro próximo onde a poluição tomou conta do meio ambiente, o mundo é controlado por mega-corporações que destroem as riquezas de nosso planeta tudo em pró de sua ganância sem limites.
A corporação mais poderosa é a Ultratech, sua estratégia é enriquecer através do contrabando de equipamentos bélicos e semeando o conflito entre as corporações rivais. Outro instrumento de dominação utilizada pela Ultratech é a mídia, entretenimento de  massa que aliena a população. O maior fenômeno televisivo é o torneio Killer Instict, que também serve como testes para as armas da Ultratech. Neste torneio promete-se aos vencedores tudo o que eles quiserem enquanto os perdedores sofrerão um destino cruel.

Personagens:


Orchid: É a morena peituda, a unica minazinha do jogo (cadê as feministas pra reclamar?). Possui um vestido verde e dois macanas. Ela é uma agente secreta enviada para investigar os desaparecimentos por trás do torneio e escanda-los de corrupção por traz da grande corporação.
















Cinder: É um cara com o corpo feito de Magma. Ele é um criminoso condenado que aceitou ser cobaia de experimentos químicos da Ultratech que acabou transformando - o em um cara de fogo. A corporação prometeu liberdade se conseguir derrotar Glacius no torneio (Scorpion vs Sub Zero??).













Spinal: Uma caveira estilo Golden Axe, usa um escudo e sua peixeira e mete porrada em todo mundo. Ultratech conseguiu reviver um guerreiro ancestral com sua tecnologia, no entanto sua origem é encoberta pela corporação.






Fulgore: É um protótipo cibernético desenvolvido pela Ultratech, se for bem sucedido no torneio será produzido em massa pela corporação maligna.


Riptor: Um dinossauro sanguinolento e apelão. Ele é uma criatura criada pelos geneticistas da Ultratech com a mistura de genes humanos com genes de repteis, criando assim um monstro com a selvageria e ferocidade animal com o raciocínio humano.










Sabrewulf: É um lobisomem (felizmente não do mesmo naipe do visto na saga crepúsculo), ele entrou no torneio com o objetivo de se livrar da maldição que o transforma em Tony Ramos...digo...digo...em lobisomem.












Glacius: Um cara feito de gelo. Ele veio do espaço, sua nave espacial caiu na Terra. Foi capturado pela Ultratech (assim como fizeram com o pobre ET de Varginha), a organização quer provar que os seres do espaço são inferiores e por isso foi obrigado a lutar no torneio por sua vida.












Thunder:  Um chefe indígena norte americano (na minha opinião o seu visual não tem muito haver com os povos nativos da América do Norte, tem uma mistura meio punk com sei lá o que). O nosso Nightwolf versão Rareware entrou no torneio para solucionar o mistério do desaparecimento do seu irmão no torneio anterior.













Combo: O negão boxeador, ele era rico e fodão, até um detector de metal no aeroporto acusar seu implante de titânio nos braços. Ele perdeu seu titulo mundial e foi humilhado, por esta razão decide entrar no torneio Killer Instict para recuperar sua fama e seu cascalho.













Jago: Um guerreiro Tibetano (provavelmente não houve um estudo referente a cultura, vestimentas e técnicas de combate dos guerreiros tibetanos). Ele é guiado pelo espirito do Tigre e entrou no torneio para destruir o mal existente por traz dele.















Não irei falar sobre o Boss para não fazer spoiler para aqueles que não jogaram.
Cada personagem possui um final, alguns interessantes como o Fulgore que passa a ser desenvolvido em massa, a unidade 1 é desativada e colocada em museu, tempos depois a humanidade é dominada pelas máquinas. Ou então o final de Riptor que se reproduz e passam a tocar o terror nas cidades, e os dinossauros tomam o controle do mundo. Existem outros finais sem noção como o de Spinal que se torna astro de Hollywood, ou a cena bisonha do Combo dirigindo seu carro numa nice usando luvas de boxe.













Então é isso ai, um jogo com muitas coisas em comum com Mortal Kombat, o ponto forte é realmente a diversão, um jogo pra jogar com os amigos, humilhar com combos gigantes e dar muita risada com as bizarrices.
Até a próxima, continuem acompanhando e leiam as postagens anteriores.


Edições anteriores de Assoprando o Cartucho:

Rockman 6 - NES
Psycho Soldier - Arcade
Altered Beast - Mega Drive
Bugs Bunny Lost in Time - PSX
Yakuza Portable - PSP
The King of Fighters Kyo - PSX
Kamen Rider Seigi no Keifu - PS 2
Phantasy Star - Master System
Alex Kidd in Miracle World - Master System
Ace Combat 3 Electrosphere - PSX
Hokuto no Ken - Seikimatsu Kyuuseishu Densetsu - PSX
DOOM - MS-DOS
Wolfenstein 3D - MS-DOS
Wonder Project J - Snes
Super Tokusatsu Taisen 2001 - PSX
Clock Tower - Snes
E.V.O - Snes   





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